Estaleiros

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Intimamente ligada ao comércio internacional e ao setor de Óleo e Gás, nosso estaleiro, localizado no Guarujá (SP), ocupa área de 20 mil m2 e tem capacidade para a construção ou manutenção simultânea de embarcações de pequeno e médio porte, principalmente para apoio offshore e portuário.

O estaleiro da Wilson Sons foi o primeiro estaleiro no ramo da construção naval a receber o certificado de qualidade ISO 9000 atestado pelo Lloyd’s Register Quality Assurance. Atualmente estamos também certificados conforme a norma ISO 9001:2000.

Ao longo dos anos, o estaleiro tem entregue embarcações dotadas com as melhores tecnologias disponíveis no mercado.

Sua eficiência resulta da busca constante pelo aprimoramento, o que inclui o emprego de tecnologias de ponta e o desenvolvimento de fornecedores locais para garantir a entrega e qualidade dos materiais utilizados. Além disso, alinhado com os mais modernos estaleiros do mundo, o modelo de construção do estaleiro do Guarujá adota o sistema de linhas de montagem, o que maximiza a produtividade.

Guarujá 2 e Rio Grande

Considerando o momento de crescimento dos negócios e dada a importância estratégica do estaleiro para algumas das atividades da Wilson Sons, em 2010 teve início o projeto de expansão do Guarujá 1, que dobrou a área construída local e somou um novo dique seco. A ampliação da capacidade do estaleiro permite  construir também embarcações de médio porte nessas instalações.

Com conclusão no 1º semestre de 2012, a obra é, estrategicamente, um importante elemento para a maior participação da Companhia no mercado de Óleo e Gás. Isso porque sua localização geográfica, perto das duas mais importantes bacias de petróleo – Santos (SP) e Campos (RJ) -, coloca o estaleiro do Guarujá como um pólo de construção e manutenção de OSVs (Offshore Support Vessels).

Também alinhado com a visão de futuro da Companhia, há um projeto para a criação de um novo estaleiro no porto de Rio Grande (RS). Este estaleiro foca na formação de inteligência para a construção de embarcações de apoio à plataforma marítima, como AHTS’s (Anchor Handling Tug Supply), e rebocadores portuários e oceânicos. Por esse motivo, a primeira obra no local será a construção de um centro técnico para formação de soldadores, montadores e pintores, nos mesmos moldes do que já existe no estaleiro do litoral paulista.