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20/3/2018 - Software da Brasco completa cinco anos trazendo ganhos de eficiência

Em um mercado em que cada minuto representa um investimento altíssimo, a Brasco – empresa de bases de apoio offshore do Grupo Wilson Sons – criou uma importante ferramenta para aumentar a eficiência de seus terminais e de seus parceiros. Implementado há cinco anos, o Offshore Logistics System (OLS) é um diferencial da companhia e tem resultados expressivos.

“A logística em um terminal de petróleo e gás tem que ser muito controlada para não causar atrasos ao cliente. Isso representaria um prejuízo alto”, explica o gerente de Finanças, Planejamento e Tecnologia da Informação (TI) da Brasco, Marcell Velloso. “Os equipamentos precisam chegar na hora certa. Foi para isso que criamos o OLS.”

O software permite que as empresas tenham controle total de todas as cargas. A própria equipe do cliente acessa o sistema para informar quais materiais a plataforma precisa e que tipo de resíduo está saindo da plataforma. Tudo online e em tempo real, inclusive por celular ou tablet.

O sistema foi criado pela equipe de TI da Brasco e pode ser customizado a partir da identidade visual e da demanda de cada empresa. “O mercado portuário tem sistemas bem enraizados, com softwares de prateleira, mas essas opções não se aplicavam ao setor de bases de apoio offshore. Em 2011, percebemos a necessidade de criar uma solução própria, sendo implementada no ano seguinte.”

Velloso conta que o OLS – ao lado da segurança, um importante valor da Brasco – já foi o fiel na balança para muitos clientes. “É um software de fácil compreensão, amigável, e nós fazemos a capacitação da equipe dos nossos parceiros e de seus fornecedores. Além disso, eles sempre pedem alterações no sistema, para se adequar às novas demandas, então estamos constantemente aprimorando o OLS.”

Como resultado desse trabalho, dois importantes indicadores registraram forte queda desde a implementação do sistema. Em 2011, antes do OLS, as embarcações ficavam atracadas na base da Brasco por 16h04 em média. Esse tempo caiu quase pela metade, para 8h35 atualmente. Também diminuiu a fila de caminhões aguardando para entrar na base. Se antes eram 20 veículos esperando, em 2017 são apenas quatro agendados por hora.


Fonte: Wilson Sons