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Responsabilidade Ambiental

Responsabilidade Ambiental

A responsabilidade ambiental da Wilson Sons é demonstrada de diversas maneiras, como o uso consciente dos recursos naturais, a busca pela redução dos impactos ambientais das operações, as certificações, a adoção de tecnologias mais limpas, a aquisição de equipamentos que emitem menor volume de dióxido de carbono (CO2). A Companhia possui um comitê ambiental para analisar os segmentos de suas atividades de forma a estabelecer política de conscientização interna, controles das atividades de risco, planos de ações e de emergência específicos para cada segmento, tornando a prestação dos seus serviços mais eficiente e segura, contribuindo para minimizar os impactos das suas atividades no meio ambiente. Iniciativas:

 A Wilson Sons continua melhorando a sua gestão de emissões de carbono, identificando oportunidades de descarbonização da sua matriz energética. Alinhado à esta posicionamento, o Grupo mantém o compromisso de publicar proativamente seu Inventário Corporativo de Emissões de Gases de Efeito Estufa no registro público de emissões, plataforma do Programa Brasileiro GHG Protocol. Desde 2014, o inventário da Companhia tem sido qualificado com selo prata em virtude da maior completude dos dados. A prática contínua de quantificar as emissões destes gases estimula cada vez mais a cultura de reporte e transparência. O Grupo continua adotando tecnologias cada vez mais avançadas, que contribuem para a redução das emissões de gases de efeito estufa (“GEE”), como por exemplo: a modernização dos sistemas de propulsão convencionais a diesel das embarcações de apoio marítimo por sistemas diesel-elétricos mais eficientes; o uso de guindastes de pátio elétricos do tipo RTG (Rubber-Tyred Gantry) nos terminais de contêineres; e a ampliação da Central de Operações de Rebocadores (COR), possibilitando a redução do consumo de combustível através da otimização do deslocamento das embarcações.

                                                              

A Wilson Sons entende que a gestão eficiente de energia compreende a utilização de energia limpa e o consumo eficiente em suas operações. Desde 2017, a Companhia vem desenvolvendo o seu modelo de gestão de energia, para planejar e estabelecer novas estratégias de aquisição e consumo de energia. O modelo busca ainda identificar, promover e replicar projetos que possibilitem ganhos de eficiência operacional a partir do uso da energia evitada.
 
Desde 2002, a Wilson Sons doa rebocadores desativados para o Projeto Parque dos Naufrágios Artificiais de Pernambuco para criar recifes artificiais e ajudar na recuperação de ecossistemas marinhos, servindo como laboratório vivo para estudos sobre a biologia marinha. Em 2014, essa iniciativa foi reconhecida com o prêmio Top Socioambiental e Recursos Humanos da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing de Pernambuco (“ADVBPE”). Em 2017, o projeto foi incluído na World Social Responsibility Projects Initiative (“WSRPI”), uma plataforma online lançada pelo Conselho Mundial de Petróleo (World Petroleum Council - WPC) para a exposição permanente de projetos de responsabilidade social de diversos países. O objetivo é fomentar a troca de experiências bem sucedidas que possam ser replicada em outros países. 

Recifes artificiais imitam as características dos recifes naturais, facilitando o desenvolvimento da biodiversidade marinha em ambientes antes pouco habitados. Os recifes artificiais promovem o incremento constante das atividades ligadas ao mar, como a pesca esportiva e o ecoturismo subaquático. Autorizado pela Marinha do Brasil, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (“IBAMA”) e pela Agência Estadual do Meio Ambiente de Pernambuco (“CPRH”), o projeto conta com a orientação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (“UFRPE”) e da Associação das Empresas de Mergulho do Estado de Pernambuco (“AEMPE”).  

O Tecon Rio Grande, por exemplo, realizou em 2011 seu primeiro inventário de gases de efeito estufa (GEEs), referente ao ano de 2010, seguindo a metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol (Protocolo de Gases de Efeito Estufa), o mais utilizado do mundo. O levantamento foi realizado em caráter piloto, com o objetivo de estimular a cultura de inventário na unidade e no Grupo, identificar oportunidades de redução e comparar o desempenho da unidade com outras organizações similares.

O Tecon Salvador, a novidade consistiu na aquisição de Rubber Tyred Gantries (RTGs) – ou guindastes de pátio sobre pneus – elétricos, que representam uma tecnologia de menor impacto ambiental se comparada com os equipamentos convencionais a diesel. Com os novos equipamentos, deixarão de ser emitidas, aproximadamente, 2.500 toneladas de CO2 equivalente por ano.
A Wilson Sons Logística implementou, no EADI Santo André, um sistema de captação de água da chuva em 2012. O sistema permite recolher, filtrar, armazenar e disponibilizar essa água para uso na limpeza do piso do armazém, o que resultará em uma economia de 528 mil litros de água por ano.

Na Wilson Sons Rebocadores, todos os novos rebocadores construídos no estaleiro da Wilson Sons já possuem motores com sistema de gerenciamento eletrônico que reduz a emissão de gases poluentes.

A Wilson Ultratug Offshore também foca na inovação das embarcações, substituindo os motores convencionais dos seus PSV`s por motores diesel elétricos o que resulta na redução das emissões de CO² e na otimização na energia utilizada.