| Tecon Rio Grande 
Notícias

10/8/2017 - Tecon Rio Grande registra movimentação recorde em julho

O Tecon Rio Grande, terminal de contêineres do Grupo Wilson Sons, comemora nova marca em julho. Foram movimentados 71.242 TEUs, um aumento de 6% em relação ao mês anterior e de 12% em comparação a julho de 2016. O último recorde ocorreu em agosto de 2015, com 71.116 TEUs movimentados.

O resultado positivo foi impulsionado, principalmente, pelas operações de cabotagem e navegação interior (via hidrovia). Na cabotagem, foram movimentados 5.021 TEUs, crescimento de 14% em relação a junho e de 16% se comparado com julho de 2016. O aumento foi decorrente da movimentação de cargas nos segmentos de arrozeiro, resinas e móveis.

Em relação à operação no modal hidroviário, o Tecon Rio Grande movimentou 2.601 TEUs provenientes do Contesc, terminal de navegação interior da Wilson Sons, localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O terminal foi inaugurado em setembro de 2016 e opera integrado ao Tecon, que desde 2009 não recebia cargas nessa modalidade. Entre os principais produtos transportados estão congelados, resinas, glicerina, utensílios domésticos, partes e peças, móveis, compensados e sucata.

Tecon Rio Grande 20 anos - Ao longo de 2017, ano em que comemora 20 anos, o Tecon Rio Grande vem somando conquistas importantes. Também em julho, o terminal registrou o melhor resultado em produtividade desde 2012, durante operação com o navio Monte Tamaro, quando foram executados 140 movimentos por hora. No item segurança, completou, em maio, quatro milhões de homens-horas trabalhadas sem acidentes com afastamento, o correspondente a 12 meses e 20 dias de trabalho. Foi o primeiro negócio do Grupo Wilson Sons a alcançar essa marca.

Em operação no Porto de Rio Grande desde 1997, o Tecon se consolidou como um dos mais importantes terminais de contêineres da América Latina. Atualmente, 14 linhas marítimas semanais escalam o terminal. São duas para Extremo Oriente e África, três para Europa e Mediterrâneo, quatro para as três Américas (Norte, Central e Sul) e cinco para Brasil e Rio da Prata (cabotagem e navegação interior).  


Fonte: Wilson Sons